O guri entrou correndo em casa, gritando como se o mundo fosse acabar:
"Mãe! Mãe! Mããããeeee..."
"Que é, Theo? Já disse que tens que me chamar uma vez só e esperar. E eu estou aqui do lado, também não precisa chamar gritando..."
"Eu posso pegar a coleira da Lilo emprestada?" Me disse, bem impaciente... As mãozinhas sacudindo na frente da barriga, como se quisesse abanar as borboletas...
"Emprestada pra quê?"
"Emprestada pro meu cachorro. O Rex."
"Hmmm... O 'Rex'... Pode. Pode sim. Mas depois não vai deixar jogada lá na frente, porque pode ser que alguém passe e leve embora."
"Tá. Vou levar, porque o Rex tá me esperando..." já se pendurando na estante de vime, onde a coleira fica enternamente sem uso, já que nunca levamos nossas "cãs" pra passear.
"Ô, Theo... Só não deixa a coleira por aí jogada, já te disse. Tu fica brincando com cachorros invisíveis e deixa as coisas onde caírem..."
"O Rex não é invisível..."
"Tá bom. E quem é o Rex, então?"
"Meu cachorro."
"Sim... Eu sei. E se não é invisível, então é um de pelúcia??? Não vai perder a coleira no meio dos brinquedos..."
"Não é de pelúcia. É meu cachorro. Eu achei ele."
E saiu. Todo dono de si.
E lá estava o Rex. Esperando. Sentado em frente ao portão.
Era o cachorro dele, eles tinham se achado...
"Mãe! Mãe! Mããããeeee..."
"Que é, Theo? Já disse que tens que me chamar uma vez só e esperar. E eu estou aqui do lado, também não precisa chamar gritando..."
"Eu posso pegar a coleira da Lilo emprestada?" Me disse, bem impaciente... As mãozinhas sacudindo na frente da barriga, como se quisesse abanar as borboletas...
"Emprestada pra quê?"
"Emprestada pro meu cachorro. O Rex."
"Hmmm... O 'Rex'... Pode. Pode sim. Mas depois não vai deixar jogada lá na frente, porque pode ser que alguém passe e leve embora."
"Tá. Vou levar, porque o Rex tá me esperando..." já se pendurando na estante de vime, onde a coleira fica enternamente sem uso, já que nunca levamos nossas "cãs" pra passear.
"Ô, Theo... Só não deixa a coleira por aí jogada, já te disse. Tu fica brincando com cachorros invisíveis e deixa as coisas onde caírem..."
"O Rex não é invisível..."
"Tá bom. E quem é o Rex, então?"
"Meu cachorro."
"Sim... Eu sei. E se não é invisível, então é um de pelúcia??? Não vai perder a coleira no meio dos brinquedos..."
"Não é de pelúcia. É meu cachorro. Eu achei ele."
E saiu. Todo dono de si.
E lá estava o Rex. Esperando. Sentado em frente ao portão.
Era o cachorro dele, eles tinham se achado...
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